Agenda e Bilheteira
  •  
     
    Mão Morta
    28 de Março 2020
  • Programa
  • Sábado
    21:30
    Sala Principal
    M6
    12 €
    Cartão Quadrilátero
    6 €
    Comprar Bilhete
     
    Reservar Bilhete
    “No Fim Era o Frio” apresenta-se como uma narrativa distópica onde conceitos como aquecimento global ou subida das águas do mar servem de ponto de partida e cenário para um questionar e decompor de diferentes paradigmas do quotidiano.São paradigmas que nos rodeiam e com os quais nos relacionamos e que todos os dias replicamos – criando com eles uma familiaridade tal que nos impede, muitas vezes, de deles tomar verdadeira consciência –, desviados para um outro enquadramento onde a familiaridade ganha a estranheza que permite a sua percepção.Mas esta é uma percepção demencial, num horizonte ficcional que nunca sabemos se é real ou delirante e onde as composições criadas com os padrões deslocalizados da sua primitiva função dão novas vidas e leituras ao frio cosmológico e à solidão humana, aqui ecos de uma mesma inadaptação existencial e vazio afectivo.Ao vivo, numa primeira parte de apresentação do disco “No Fim Era o Frio”, os Mão Morta recriam a distopia, dando espaço para o palco funcionar como terreiro dessa demanda de calor humano, um terreiro devastado pelo fim da civilização e pelo níveo alvor de um novo recomeço, sem outro programa para além do mantra hipnótico tecido pela música. E, depois de um pequeno intervalo, há um outro concerto onde os Mão Morta revisitam o seu património musical, com os temas do passado a ganharem as asas do presente e a instalarem o caos urbano e a decadência civilizacional que sempre os inspiraram e inquietaram. 
Sábado
21:30
Sala Principal
M6
12 €
Cartão Quadrilátero
6 €
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“No Fim Era o Frio” apresenta-se como uma narrativa distópica onde conceitos como aquecimento global ou subida das águas do mar servem de ponto de partida e cenário para um questionar e decompor de diferentes paradigmas do quotidiano.São paradigmas que nos rodeiam e com os quais nos relacionamos e que todos os dias replicamos – criando com eles uma familiaridade tal que nos impede, muitas vezes, de deles tomar verdadeira consciência –, desviados para um outro enquadramento onde a familiaridade ganha a estranheza que permite a sua percepção.Mas esta é uma percepção demencial, num horizonte ficcional que nunca sabemos se é real ou delirante e onde as composições criadas com os padrões deslocalizados da sua primitiva função dão novas vidas e leituras ao frio cosmológico e à solidão humana, aqui ecos de uma mesma inadaptação existencial e vazio afectivo.Ao vivo, numa primeira parte de apresentação do disco “No Fim Era o Frio”, os Mão Morta recriam a distopia, dando espaço para o palco funcionar como terreiro dessa demanda de calor humano, um terreiro devastado pelo fim da civilização e pelo níveo alvor de um novo recomeço, sem outro programa para além do mantra hipnótico tecido pela música. E, depois de um pequeno intervalo, há um outro concerto onde os Mão Morta revisitam o seu património musical, com os temas do passado a ganharem as asas do presente e a instalarem o caos urbano e a decadência civilizacional que sempre os inspiraram e inquietaram. 
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