Agenda e Bilheteira
  •  
     
    ARCA OSTINATA
    23 de Setembro 2022
  • Programa
  • Sexta
    21:30
    Sala Principal
    M6
    15 €
    Cartão Quadrilátero
    7,5 €
    Arca Ostinata

    Em estreia absoluta e data única em Portugal, Arca Ostinata é a mais recente e certamente uma das mais belas e majestosas criações de Nino Laisné. Ópera onírica para um único músico, ao mesmo tempo solista e seu próprio acompanhante, Arca Ostinata é uma ode à teorba. Uma teorba que sonha em ser um edifício; uma catedral de madeira que aos poucos se ergue em torno de seu intérprete para melhor o abraçar. Sob o ar de um retábulo, a arquitetura evoca as entranhas de um imenso instrumento. Na cavidade de suas ogivas incrustadas, uma roseta vertiginosa. Reminiscente dos bestiários que adornam instrumentos barrocos, pássaros fantásticos e outras quimeras parecem espreitar nas sombras, prontos para aparecer em todos os cantos. As caixas de ressonância atuam aqui como um espelho distorcido, refletindo as melodias da teorba em timbres alterados.

    Concepção, cenografia e direção musical: Nino Laisné | Teorba: Daniel Zapico | Som: Arthur Frick, Dionysios Papanikolaou e Mireille Faure | Luz: Jimmy Boury e Charlotte Gautier Van Tour | Gestão de construção e palco: Jean-Michel Sittler | Construção de cenário: Cena nacional de Besançon; Emmanuel Cèbe (direção técnica) Michel Petit, Gilles Girardet (carpinteiros) | Roseta (criação): Matéo Crémades | Marcenaria: Augustin Lacker | Escultura: Sean Dunbar | Figurinos: Aude Bretagne, Pierre-Yves Loup Forest, Caroline Dumoutiers e Nino Laisné

    Apoio: República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes


    Com o apoio 

Sexta
21:30
Sala Principal
M6
15 €
Cartão Quadrilátero
7,5 €
Arca Ostinata

Em estreia absoluta e data única em Portugal, Arca Ostinata é a mais recente e certamente uma das mais belas e majestosas criações de Nino Laisné. Ópera onírica para um único músico, ao mesmo tempo solista e seu próprio acompanhante, Arca Ostinata é uma ode à teorba. Uma teorba que sonha em ser um edifício; uma catedral de madeira que aos poucos se ergue em torno de seu intérprete para melhor o abraçar. Sob o ar de um retábulo, a arquitetura evoca as entranhas de um imenso instrumento. Na cavidade de suas ogivas incrustadas, uma roseta vertiginosa. Reminiscente dos bestiários que adornam instrumentos barrocos, pássaros fantásticos e outras quimeras parecem espreitar nas sombras, prontos para aparecer em todos os cantos. As caixas de ressonância atuam aqui como um espelho distorcido, refletindo as melodias da teorba em timbres alterados.

Concepção, cenografia e direção musical: Nino Laisné | Teorba: Daniel Zapico | Som: Arthur Frick, Dionysios Papanikolaou e Mireille Faure | Luz: Jimmy Boury e Charlotte Gautier Van Tour | Gestão de construção e palco: Jean-Michel Sittler | Construção de cenário: Cena nacional de Besançon; Emmanuel Cèbe (direção técnica) Michel Petit, Gilles Girardet (carpinteiros) | Roseta (criação): Matéo Crémades | Marcenaria: Augustin Lacker | Escultura: Sean Dunbar | Figurinos: Aude Bretagne, Pierre-Yves Loup Forest, Caroline Dumoutiers e Nino Laisné

Apoio: República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes


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