Agenda e Bilheteira
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    INDEX 2022: JOÃO MARTINHO MOURA / BERRU + DUST DEVICES
    20 de Maio 2022
  • Programa
  • Sexta
    21:30
    M6
    7 €
    Cartão Quadrilátero
    3,5 €
    João Martinho Moura 
    space~aprox 

    21h30

    João Martinho Moura é um dos artistas media portugueses mais internacionais, tendo, nos últimos anos, apresentado o seu trabalho em mais de 20 países. No decorrer da sua atividade artística entrou em contacto próximo com diferentes teorias e conceitos sobre o espaço e perceção: de cometas ou asteroides a centenas de milhões de quilómetros da Terra, a espaços ocupados entre átomos, matérias em diferentes estados, ao espaço íntimo do corpo, foi assimilando visões e perceções, de aproximação, de limite, quer artísticas ou científicas. Para o Index, João Martinho Moura preparou uma peça performance onde coloca, de forma abstrata e possivelmente mais intimista, reflexões, passagens pelo conceito de espaço, às vezes percetível, às vezes obliterado, recorrendo a lembranças, memórias, registos ou anotações sonoras e visuais.   

    João Martinho Moura desenvolve o seu trabalho na área das Media Arts desde o início da década de 2000. Investiga a arte digital, as interfaces, a visualização, a música eletrónica, a realidade virtual e a estética computacional. Em 2013 recebeu, em Lisboa, o Prémio Nacional Multimédia Arte e Cultura pelo seu contributo na área das artes digitais em Portugal. Desde 2009 é artista convidado no Balleteatro, Porto, colaborando com a coreógrafa Né Barros. É autor de diversas publicações académicas na área das media arts, interfaces e visualização. O seu trabalho foi incluído nas coleções de curadoria “Selected Works ARS ELECTRONICA Animation Festival” (Linz, 2012), “Processing curated collection” (EUA, 2008) e no catálogo da ISEA 2019 – 25th International Symposium on Electronic Art, na Coreia do Sul, onde foi artista convidado. É membro fundador da Artech - International Association, e é membro da cooperativa artística Au Au Feio Mau. Desde 2013 tem colaborado, como artista media, em algumas instituições internacionais como a ESA – Agência Espacial Europeia, o INL – Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia, a NATO – Organização do Tratado do Atlântico Norte, e a UNESCO. Em 2018-2019 foi artista laureado e residente no programa da Comissão Europeia STARTS (EU Science, Technology and Arts), tendo apresentado o resultado do seu trabalho e investigação no INL em Braga, no IRCAM – Centro Pompidou e no Centquatre em Paris, e na galeria Art Center Nabi, em Seoul. Em 2020 foi laureado com o prémio MindSpaces, um programa da Comissão Europeia que visa criar novas abordagens urbanas e arquitetónicas integrando “neuroambientes” imersivos em realidade virtual. 

     
    Dust Devices & berru
    Áspero 

    22h30

    Áspero é um projeto de performance audiovisual que se desenrola através do conflito (e conjunção) de duas entidades: a vida e a máquina. Estes dois mundos são muitas vezes vistos como antagónicos. Trata-se, contudo, de uma falácia. Áspero dá palco à encenação metafórica do sistema maior que rege a vida. Sistema esse que, como não poderia deixar de ser, foi utilizado na construção da máquina. É nesse limiar entre o que é a essência orgânica da vida e o que é considerado artificial que esta peça se materializa.
    Cláudio Oliveira (Dust Devices) é compositor, sonoplasta e diretor de fotografia. Licenciado em Cinema e Audiovisual pela ESAP, desde cedo se interessou pela produção de música eletrónica e pela criação no mundo das artes visuais. A combinação destas duas plataformas de expressão levou a que desenvolvesse vários projetos ao longo da sua carreira relacionados com ambas, escrevendo música regularmente para cinema de ficção e documental, videojogos, publicidade e instalações para vários clientes internacionais e nacionais como o grupo Sonae, Fly London, ModaLisboa e o festival Walk&Talk.
    Fundado em 2015, o coletivo de artistas berru sediado no Porto expôs a sua obra na Fundação Calouste Gulbenkian - Lisboa, BoCA Biennial of Contemporary Arts, Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado (prémio SONAE MEDIA ART 2019), gnration – Braga, Galeria Municipal do Porto, Arquipélago - Centro de Artes Contemporâneas - Açores, The Old Truman Brewey - Londres, entre outros.
Sexta
21:30
M6
7 €
Cartão Quadrilátero
3,5 €
João Martinho Moura 
space~aprox 

21h30

João Martinho Moura é um dos artistas media portugueses mais internacionais, tendo, nos últimos anos, apresentado o seu trabalho em mais de 20 países. No decorrer da sua atividade artística entrou em contacto próximo com diferentes teorias e conceitos sobre o espaço e perceção: de cometas ou asteroides a centenas de milhões de quilómetros da Terra, a espaços ocupados entre átomos, matérias em diferentes estados, ao espaço íntimo do corpo, foi assimilando visões e perceções, de aproximação, de limite, quer artísticas ou científicas. Para o Index, João Martinho Moura preparou uma peça performance onde coloca, de forma abstrata e possivelmente mais intimista, reflexões, passagens pelo conceito de espaço, às vezes percetível, às vezes obliterado, recorrendo a lembranças, memórias, registos ou anotações sonoras e visuais.   

João Martinho Moura desenvolve o seu trabalho na área das Media Arts desde o início da década de 2000. Investiga a arte digital, as interfaces, a visualização, a música eletrónica, a realidade virtual e a estética computacional. Em 2013 recebeu, em Lisboa, o Prémio Nacional Multimédia Arte e Cultura pelo seu contributo na área das artes digitais em Portugal. Desde 2009 é artista convidado no Balleteatro, Porto, colaborando com a coreógrafa Né Barros. É autor de diversas publicações académicas na área das media arts, interfaces e visualização. O seu trabalho foi incluído nas coleções de curadoria “Selected Works ARS ELECTRONICA Animation Festival” (Linz, 2012), “Processing curated collection” (EUA, 2008) e no catálogo da ISEA 2019 – 25th International Symposium on Electronic Art, na Coreia do Sul, onde foi artista convidado. É membro fundador da Artech - International Association, e é membro da cooperativa artística Au Au Feio Mau. Desde 2013 tem colaborado, como artista media, em algumas instituições internacionais como a ESA – Agência Espacial Europeia, o INL – Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia, a NATO – Organização do Tratado do Atlântico Norte, e a UNESCO. Em 2018-2019 foi artista laureado e residente no programa da Comissão Europeia STARTS (EU Science, Technology and Arts), tendo apresentado o resultado do seu trabalho e investigação no INL em Braga, no IRCAM – Centro Pompidou e no Centquatre em Paris, e na galeria Art Center Nabi, em Seoul. Em 2020 foi laureado com o prémio MindSpaces, um programa da Comissão Europeia que visa criar novas abordagens urbanas e arquitetónicas integrando “neuroambientes” imersivos em realidade virtual. 

 
Dust Devices & berru
Áspero 

22h30

Áspero é um projeto de performance audiovisual que se desenrola através do conflito (e conjunção) de duas entidades: a vida e a máquina. Estes dois mundos são muitas vezes vistos como antagónicos. Trata-se, contudo, de uma falácia. Áspero dá palco à encenação metafórica do sistema maior que rege a vida. Sistema esse que, como não poderia deixar de ser, foi utilizado na construção da máquina. É nesse limiar entre o que é a essência orgânica da vida e o que é considerado artificial que esta peça se materializa.
Cláudio Oliveira (Dust Devices) é compositor, sonoplasta e diretor de fotografia. Licenciado em Cinema e Audiovisual pela ESAP, desde cedo se interessou pela produção de música eletrónica e pela criação no mundo das artes visuais. A combinação destas duas plataformas de expressão levou a que desenvolvesse vários projetos ao longo da sua carreira relacionados com ambas, escrevendo música regularmente para cinema de ficção e documental, videojogos, publicidade e instalações para vários clientes internacionais e nacionais como o grupo Sonae, Fly London, ModaLisboa e o festival Walk&Talk.
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