Agenda e Bilheteira
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    DE ALGUM TEMPO A ESTA PARTE
    28 a 30 de Outubro 2020
  • Programa
  • Quarta - 21:30
    Quinta - 21:30
    Sexta - 21:30
    Sala Principal
    A classifi
    10 €
    Cartão Quadrilátero
    5 €

    Companhia de Teatro de Braga

    “Isto o vi eu. E continuo viva. E ainda há quem não queira inteirar-se.”

    A dureza testemunhal é uma das principais qualidades deste texto seco e sórdido de Aub. Não quero que ninguém me console, diz Emma Blumennthal ao resistir à tentação melodramática e ao esquecimento. Tenta mitigar a sua própria amargura por todas as perdas, encontrando-lhes um sentido e uma missão. E a sua missão é o testemunho, a presença e a denúncia: isso eu vi. Sim! E ainda estou viva. E ainda há quem não queira inteirar-se. As suas palavras assumem uma dimensão enorme e justificam a sua presença diante de nós. Apesar do sofrimento, aquela mulher torturada pela vida e pela história decide ir em frente, viver, lutar e, acima de tudo, recordar, porque como diz: se não houver memória, para que se vive? Isto explica claramente a nossa proposta: romper as fronteiras do silêncio e do esquecimento. Por isso veio, para que nos deixe observar sua miséria e degradação, por isso vamos pôr em cena este texto; para não esquecer aqueles que viveram estas e outras guerras, recordar as vítimas dos totalitarismos aniquilantes e avisar para o perigo de uma sociedade que roça a debilidade. Para reivindicar o valor do teatro testemunho do exílio, como um instrumento vivo e eficaz para interpelar a sociedade. - Ignácio Garcia

    Encenação: Ignácio Garcia /espanha /méxico| Assistente de encenação: Solange Sá | Tradução: Ivonete da Silva Isidoro| Cenografia: José Manuel Castanheira| Figurinos: Manuela Bronze| Desenho de luz: Bohumil Palewic| Criação vídeo: Frederico Bustorff | com Ana Bustorff (atriz convidada)


Quarta - 21:30
Quinta - 21:30
Sexta - 21:30
Sala Principal
A classifi
10 €
Cartão Quadrilátero
5 €

Companhia de Teatro de Braga

“Isto o vi eu. E continuo viva. E ainda há quem não queira inteirar-se.”

A dureza testemunhal é uma das principais qualidades deste texto seco e sórdido de Aub. Não quero que ninguém me console, diz Emma Blumennthal ao resistir à tentação melodramática e ao esquecimento. Tenta mitigar a sua própria amargura por todas as perdas, encontrando-lhes um sentido e uma missão. E a sua missão é o testemunho, a presença e a denúncia: isso eu vi. Sim! E ainda estou viva. E ainda há quem não queira inteirar-se. As suas palavras assumem uma dimensão enorme e justificam a sua presença diante de nós. Apesar do sofrimento, aquela mulher torturada pela vida e pela história decide ir em frente, viver, lutar e, acima de tudo, recordar, porque como diz: se não houver memória, para que se vive? Isto explica claramente a nossa proposta: romper as fronteiras do silêncio e do esquecimento. Por isso veio, para que nos deixe observar sua miséria e degradação, por isso vamos pôr em cena este texto; para não esquecer aqueles que viveram estas e outras guerras, recordar as vítimas dos totalitarismos aniquilantes e avisar para o perigo de uma sociedade que roça a debilidade. Para reivindicar o valor do teatro testemunho do exílio, como um instrumento vivo e eficaz para interpelar a sociedade. - Ignácio Garcia

Encenação: Ignácio Garcia /espanha /méxico| Assistente de encenação: Solange Sá | Tradução: Ivonete da Silva Isidoro| Cenografia: José Manuel Castanheira| Figurinos: Manuela Bronze| Desenho de luz: Bohumil Palewic| Criação vídeo: Frederico Bustorff | com Ana Bustorff (atriz convidada)


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