Theatro Circo

Formulário de pesquisa

subscrever newsletter

missão, visão e objectivos estratégicos

A Missão


"O objecto da sociedade consiste na gestão de Theatro Circo de Braga e na realização de actividade culturais, de acordo com os princípios de interesse público e as orientações da Câmara Municipal de Braga para a programação anual do theatro.”

Artigo 3º dos Estatutos do Theatro Circo



“Temos a responsabilidade de criar um modelo, no âmbito da gestão financeira dos recursos e da programação, exemplar, partindo da realidade do país, mas que potencie, explore e até antecipe as alterações profundas que se verificam já em toda a problemática cultural e de criação artística no país, a partir das cidades médias.”

In Projecto do Theatro Circo, 2006

A Visão

Reconhecer o passado e a importância do Theatro Circo na cidade e região, bem como todo o processo que conduziu à situação actual do equipamento e potenciá-lo através de dinâmicas conducentes ao seu reconhecimento no panorama cultural nacional e europeu; reconhecer igualmente a natureza e importância dos investimentos realizados pelo Estado e colocar o Theatro Circo como parceiro estratégico ao serviço da Política Cultural do País;

Afirmar o Theatro Circo como pólo aglutinador e despoletador de dinâmicas culturais e de criação, junto dos públicos, na cidade e região, afirmando ao mesmo tempo Braga, cidade europeia de cultura. Através de práticas profissionais, claras, concretas e afirmativas. Valorizando cada dia o que há, integrando uma estratégia de cidade que cria e consolida infra-estruturas, suportando-as através de dinâmicas culturais e de gestão consequentes;

Responsabilizar no discurso político e cultural a sociedade civil, quanto à atitude cultural. Reivindicar junto dos poderes centrais a contratualização de conteúdos, (quer no âmbito da programação, quer da formação de públicos), defendendo a necessária partilha de responsabilidades, quanto ao processo de elevação cultural dos cidadãos.

Os objectivos estratégicos

Assumir-se como estrutura apta a impor um prática atempada, ágil e profissionalizada, nas vertentes da programação, informação e formação;

Aproveitar e potenciar todos os passos dados, quer por si mesmo, ao longo do tempo, quer pela CTB, no âmbito das relações com o exterior (países lusófonos e cidades europeias) em colaboração com Ministérios, governos dos países, cidades, pessoas, etc., em áreas como o cinema, a dança, o teatro e a música;

Ser exemplar e responder em quantidade e qualidade à cidade e região. E, nesse contexto, como equipamento ao serviço da política cultural da cidade, assumir e potenciar, através de uma programação integrada (o local, o regional, o nacional), para uma mais qualificada intervenção indutora de novas dinâmicas culturais. Para tal o cruzamento de propostas e programações deve ser claro.

Numa perspectiva Local:
Através de uma estratégia de integração e dinamização das pessoas e estruturas existentes nas áreas da cultura, do ensino, do associativismo, da criação… dinamizando o cultural e potenciando a criação artística, numa ideia cada vez mais europeia e global.

Numa perspectiva Regional:
Trabalhando no sentido de procurar complementaridades entre equipamentos e suas programações, racionalizando custos e optimizando e potenciando as ofertas culturais.

Numa perspectiva Nacional:
Integrando a criação local e a sua capacidade de acolhimento, através de uma programação moderna e europeia, como marca da cidade, capaz de ser atractiva e desejada num contexto geográfico cada vez mais alargado.

Em qualquer destas áreas, a preocupação pela necessidade estratégica de contribuir para limitar assimetrias geográficas e sociais, mentais, culturais ou de iliteracia está sempre presente.